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Archive for the ‘Portugues’ Category

First Woman and First Dog

Quando um cão do clã do Primeiro Cão morreu, todos os Primeiros Animais ficaram tristes. Eles realizaram uma pequena cerimónia para relembrar o seu amigo e a Primeira Mulher partilhou histórias de como o Primeiro Cão viajou com ela enquanto ela colhia cogumelos, como eles se divertiram junto ao rio e como ele escavava a terra enquanto ela plantava vegetais. Todos estavam tristes.

Após algum tempo, os Primeiros Animais começaram a preocupar-se com a Primeira Mulher. Ela já não tecia as suas mantas nem cuidava do jardim. Ela não fazia o seu pão nem visitava os animais para os ajudar.

O Primeiro Coelho levou uma cenoura à Primeira Mulher para a animar, mas a Primeira Mulher simplesmente suspirou um tranquilo “obrigada” e não disse mais nada. (more…)

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Earth,Moon, Woman

Todos os meses nós experienciamos habilidades e energias incríveis que são criadas pela tecelagem conjunta destes três ciclos de energia – o nosso ciclo menstrual, o ciclo lunar e o ciclo sazonal da Terra. As mulheres não são o produto de apenas um destes ciclos – cada ciclo tem o seu próprio efeito nas nossas vidas e em como nós expressamos a nossa personalidade e essência.

O Centro de Energia do Útero é como nós percecionamos o mundo – não há nada nas nossas vidas que não seja afetado pelo útero, a sua energia e o seu ciclo. Afeta-nos fisicamente e emocionalmente e muda a forma como pensamos. Isto significa que o Centro de Energia do Útero, e o seu ciclo das quatro energias femininas arquetípicas (Donzela, Mãe, Feiticeira e Anciã), é o primeiro passo para compreendermos o Divino Feminino dentro de nós e dentro do Universo. Todos os meus livros focam-se primeiro no ciclo menstrual, porque esta expressão quotidiana do Centro do Útero é como percebemos tudo o resto. (more…)

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Nos meus Workshops eu uso um termo muitas vezes e em algumas línguas esse termo pode ser um bocadinho difícil de traduzir. Eu chamo às minhas estudantes ‘senhoras’, e esta palavra tem um lindíssimo significado de fundo na femininidade autêntica.

No passado, o termo ‘senhora’ era usado como um título aristocrático para uma mulher que possuía fortuna, vinha de uma boa família, e era cortês e educada. Contudo, o termo ‘senhora’ também tem sido usado para sugerir uma mulher que não responde aos seus instintos básicos – quem é gentil, mas empoderada nas suas actividades, e quem é forte mas elegante. Nós também temos um termo para mulheres, não usado nos tempos modernos, que é ‘dama’ – o qual similarmente significa mulher auto-consciente. (Ainda temos o termo ‘cavalheiro’, o qual é usado para descrever um homem empoderado que é educado, gentil e útil.)

Uma ‘senhora’ é uma mulher que é auto-consciente, que presta atenção ao seu próprio ego e aos seus próprios padrões de medo mas que não deixa que eles tomem conta dela aquando da sua interação com o mundo. A sua cortesia vem da sua empatia para com os outros, a qual flui da sua autoconfiança e entendimento de quem ela realmente é. A sua cortesia não significa que ela é vulnerável – em vez disso significa que ela é forte, está no comando da sua raiva, das suas emoções negativas e está apta para expressá-las de maneiras a não causarem impacto adverso nos outros. Ela não é uma mulher que atira fora o seu poder, ou que usa o seu poder para dominar; em vez disso ela irradia o seu poder na sua vida.

Uma senhora está também consciente do seu próprio corpo, movendo-se com elegância e graciosidade. Ela não precisa de ser ‘bonita’ como definido pela sua cultura, em vez disso a sua beleza irradia desde a sua aceitação do seu próprio corpo e da sua consciência para com o seu próprio corpo à medida que se move e interage com a vida.

Quando olhamos para a cultura moderna vemos muito poucos modelos a desempenharem o papel de se ser como uma senhora, e contudo no passado o conceito de se ser uma ‘senhora’ estava associado com a femininidade empoderada e com o Divino Feminino. Eram muitas vezes dadas às Deusas o título de ‘a Senhora’, então para se ser uma Senhora da Lua é percorrer um caminho ancestral de expressar as nossas deusas interiores e os nossos padrões cíclicos de femininidade autêntica num mundo com autoconsciência, autocontrolo, empoderamento, entendimento e empatia. O mundo precisa de mais ‘senhoras’!

Um exercício de atenção plena para se ser como uma senhora:

Somente por um dia, em qualquer que seja a sua fase, esteja consciente do seu corpo e como o mesmo se move.

Seja ‘como uma senhora’ movendo-se com graciosidade considerável.

Sentada ou de pé faça uma gentil, elegante e prazerosa forma com o seu corpo. Relembre-se de que uma mulher pode ser elegante e graciosa independentemente do que ela está a vestir!

Estar consciente do nosso corpo liga-nos naturalmente ao nosso empoderamento feminino e à nossa elegância inata, e move os nossos pensamentos ao momento presente, oferecendo Paz e Calma num Mundo agitado.

 

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The joy of the awakening Maiden energies

O primeiro sol caloroso toca na floresta, e a neve suavemente começa a derreter. Um único rebento verde aparece sob a neve. Dele uma pequena flor branca brota, como se fosse uma gota de neve, que sustenta a promessa das energias vindouras.

As energias da vida começam a fluir lentamente. Não é tempo de agir, é tempo de observar e proteger o primeiro crescimento no mundo. A Terra ainda se recorda da longa noite fria de inverno e das energias da Anciã, mas agora sente a ativação do que está para vir. (more…)

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Novidades de Miranda

2016 foi um ano maravilhoso!

Miranda Gray

Realmente foi uma grande alegria ensinar na Espanha, França, Itália, Brasil, Suíça, Bélgica, Colômbia, Alemanha, Estados Unidos (Nova York), Croácia e Inglaterra. E ensinar também, pela primeira vez, em Portugal, Estados Unidos (Miami) e Irlanda (Dublin). Tive a oportunidade de conhecer algumas mulheres incríveis e trabalhar com organizadoras maravilhosas e coordenar equipes nesses países. Muita gratidão a todas que deram o seu apoio para o meu trabalho e conseguiram espalhar a Bênção do Útero para as mulheres.

Este ano, tivemos a publicação de meu livro O Despertar da Energia Feminina que dá às mulheres mais informações sobre a Bênção do Útero e sobre o processo de despertar sua autêntica feminilidade através dos quatro arquétipos femininos. Foi elaborado para ajudar as mulheres, não só para despertar, mas para viver este despertar, e sentir a profunda fonte de bem-estar, empoderamento, criatividade, sexualidade, espiritualidade, beleza e sabedoria que reside nela.

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A história da primeira mulher

A Primeira Mulher estava a lavar roupa e cobertores no rio, quando Moon Mother apareceu. A Primeira Mulher tinha uma pilha de cobertores que os Primeiros Animais lhe tinham pedido para ela também lavar. Ela estava cansada, mas feliz.

Moon Mother saudou a Primeira Mulher.

“Tenho estado a observar-te”, disse ela, “e a tua Taça do Útero está com a energia em baixo.”

A Primeira Mulher olhou para a sua Taça do Útero, no seu baixo ventre, e notou com surpresa que ela estava com um brilho fraco.

Moon Mother“Eu tenho um presente para ti”, disse Moon Mother, e colocou as suas mãos na cabeça da Primeira Mulher.

Um belo raio de luar fluiu das mãos de Moon Mother, descendo através da cabeça da Primeira Mulher, seguindo para o seu coração e para a sua Taça do Útero. Quando a sua Taça ficou cheia, começou a irradiar, uma vez mais, com um brilho suave de luar branco.

A Primeira Mulher suspirou.

“Obrigada, Moon Mother”, disse ela.

“O meu presente está sempre aí para ti, sempre que precisares dele”, Moon Mother sorriu.

Alguns dias mais tarde, depois de ajudar o Clã dos Lobos com as suas crias turbulentas, a Primeira Mulher olhou para a sua Taça do Útero e viu que, uma vez mais, ela estava com a energia em baixo. (more…)

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Ser mulher é dançar com a vida. É como ser uma respiração – dançar com o fluxo do ar na inspiração, sentir a pausa de completude na respiração completa, dançar a expiração, e depois descansar, vazia, plena de potencial para preencher de vida mais uma vez.

Dancing your cycle

Quando dançamos, somos tecelãs, unindo os ritmos do corpo, da Lua e da Terra. A batida mais forte é o ritmo do nosso corpo – é esta batida que nos mantém no mundo. Mas, acima deste ritmo, está a melodia do ciclo da Lua e das estações.

À medida que nos movimentamos pelas fases de nosso ciclo menstrual, as fases da Lua e das estações podem acentuar ou suavizar os aspectos das energias* arquetípicas de nosso corpo. Por exemplo, uma Lua Cheia durante nossa fase pré-ovulatória pode suavizar as energias dinâmicas do arquétipo da Donzela, fazendo com que elas se sintam um pouco mais altruístas e menos focadas no objetivo. A Lua minguante durante nossa fase pré-ovulatória pode trazer mais espiritualidade e intuição para as habilidades intelectuais da Donzela.

Muitas mulheres afirmam que gostariam de um ciclo em sintonia com o ciclo lunar, mas é a dança sutil de energias entre o nosso corpo, nossa mente e as fases da Lua que nos trás a variedade profunda, rica e abundante das energias femininas. Dançar apenas com o ritmo do nosso corpo é perder a linda melodia que se entrelaça com ele. (more…)

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